"Grande Espírito, já que procurei entender a voz do vento e o sopro que me criou, escuta-me:
Eu venho a Ti como um de Teus numerosos filhos.
Sou falível e pequeno, preciso de Tua sabedoria e Tua força. Deixa-me andar na Tua beleza e faz que meus olhos sempre percebam o vermelho e o púrpura do entardecer. Faz com que minhas mãos respeitem as coisas que criastes e que meus ouvidos consigam entender a Tua voz.
Faz-me sábio, de modo que eu possa absorver o que ensinastes a meu povo e aprender as lições que escolhestes em cada folha e em cada rochedo.
Eu Te peço força e sabedoria, não para ser superior a meus irmãos, mas para que possa vencer o maior inimigo que tenho: eu mesmo.
Assim, meu espírito poderá retornar a Ti sem pecado"
(Prece dos índios ojibwa)
Eu venho a Ti como um de Teus numerosos filhos.
Sou falível e pequeno, preciso de Tua sabedoria e Tua força. Deixa-me andar na Tua beleza e faz que meus olhos sempre percebam o vermelho e o púrpura do entardecer. Faz com que minhas mãos respeitem as coisas que criastes e que meus ouvidos consigam entender a Tua voz.
Faz-me sábio, de modo que eu possa absorver o que ensinastes a meu povo e aprender as lições que escolhestes em cada folha e em cada rochedo.
Eu Te peço força e sabedoria, não para ser superior a meus irmãos, mas para que possa vencer o maior inimigo que tenho: eu mesmo.
Assim, meu espírito poderá retornar a Ti sem pecado"
(Prece dos índios ojibwa)











